Patriarca de Lisboa preside vigília pela paz na Ucrânia
O Patriarca de Lisboa, Dom Rui Manuel Sousa Valério, preside neste domingo, 30, uma Vigília de Oração pela Paz na Ucrânia, no Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa, às 17h (hora local). O evento marca o 35.º aniversário da Independência da Ucrânia.
O Patriarca de Lisboa, Dom Rui Manuel Sousa Valério, preside neste domingo, 30, uma Vigília de Oração pela Paz na Ucrânia, no Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa, às 17h (hora local). O evento, promovido pela Capelania da Igreja Greco-Católica Ucraniana em Portugal e pela Embaixada da Ucrânia em Portugal, acontece no contexto do 35.º aniversário da Independência da Ucrânia, celebrado em 24 de agosto.
Segundo comunicado do Patriarcado de Lisboa, o objetivo é reunir ucranianos, portugueses e todas as pessoas de boa vontade em oração comum pela paz, pelo fim da guerra e da violência, pela proteção da vida humana e em memória de todos que perderam a vida em consequência da guerra na Ucrânia. "Dom Rui Valério, Patriarca de Lisboa, associa-se a este momento de oração, manifestando, através da sua presença e participação, a proximidade da Igreja de Lisboa para com o povo ucraniano e para com todos os que sofrem as consequências da guerra", informa o texto.
A vigília assumirá a forma de um 'Moleben', celebração de súplica própria da tradição cristã oriental, iniciada por Dom Rui Valério, que proferirá a homilia. Será uma ocasião para rezar pela paz, pela justiça, pelas vítimas da guerra, pelo povo ucraniano e por todos que anseiam pelo restabelecimento da paz. Ao final, está prevista uma intervenção da Embaixadora da Ucrânia na República Portuguesa, Maryna Mykhailenko, seguida do hino espiritual ucraniano 'Deus grande, único, guarda a Ucrânia'.
A Ucrânia celebrou 35 anos de independência em 24 de agosto, os últimos quatro marcados pela guerra provocada pela invasão da Rússia. O gesto do Patriarca ecoa a posição da Santa Sé, que tem reiterado o apelo ao fim do conflito. posição da Santa Sé sobre a guerra na Ucrânia
O silêncio também fala. Em meio ao ruído das armas, a oração coletiva no Mosteiro dos Jerônimos recorda que a paz é construção de muitos, unidos em um mesmo intento.